INUNDAÇÕES
A cidade é palco de
inundações
Que submergem os
espaços pobres,
para onde as águas
convergem.
Elas se concentram
nas terras baixas:
onde casas, ruas, e
até prédios do Estado
são inundados
pelas águas do
capital...
Afinal, quais as
causas das inundações?
Serão forças de ordem natural
ou, na verdade, traduzem
faces de uma cidade
entregue à sede e à ordem do capital?
O que tem sido a cidade
senão uma entidade dominada
pela desenfreada especulação imobiliária?
As terras da cidade têm sido rasgadas, desnudadas,
despidas de toda vegetação...
Portanto, para pensar as razões
das inundações que assolam a cidade
é mister refletir de modo crítico
os atos políticos
que permitem rasgar, retalhar e mercantilizar
de modo açodado
morros, encostas, beiras de rios,
para serem vendidos adoidado
no mercado de lucros mais e mais ampliados,
deixando ricos os capitalistas
que dominam, a perder de vista,
os espaços e vidas
da gente desprotegida da cidade...
Eis o ponto que não quer calar:
uma vez rasgados e divididos
morros, encostas, rios
para serem mercantilizados
é natural que, sem a vegetação,
então exterminada,
as águas corram desenfreadas
para as partes baixas da cidade
onde, por norma
os pobres habitam, se escondem, se alojam...
Desse modo, as feridas da natureza
são forjadas pelas mãos da ambição:
da cega sanha de lucros do capital
cuja sede de dinheiro
inunda uma cidade inteira.
Se a cidade está entregue às inundações,
É porque antes fora dominada, controlada,
pela sanha desabrida do capital que se encarrega de
inundar
a cidade e as vidas de populações que abriga
ou devia abrigar...
(Luiz Carlos Flávio)
Luiz
Carlos Flávio, Doutor em Geografia pela Universidade Estadual Paulista (Unesp),
Coordenador e Professor do Curso de Geografia/Licenciatura da Unioeste, Campus
de Francisco Beltrão.
A cidade é palco de inundações
Que submergem os espaços pobres,
para onde as águas convergem.
Elas se concentram nas terras baixas:
onde casas, ruas, e até prédios do Estado
são inundados
pelas águas do capital...
Afinal, quais as causas das inundações?
Serão forças de ordem natural
ou, na verdade, traduzem
faces de uma cidade
entregue à sede e à ordem do capital?
O que tem sido a cidade
senão uma entidade dominada
pela desenfreada especulação imobiliária?
As terras da cidade têm sido rasgadas, desnudadas,
despidas de toda vegetação...
Portanto, para pensar as razões
das inundações que assolam a cidade
é mister refletir de modo crítico
os atos políticos
que permitem rasgar, retalhar e mercantilizar
de modo açodado
morros, encostas, beiras de rios,
para serem vendidos adoidado
no mercado de lucros mais e mais ampliados,
deixando ricos os capitalistas
que dominam, a perder de vista,
os espaços e vidas
da gente desprotegida da cidade...
Eis o ponto que não quer calar:
uma vez rasgados e divididos
morros, encostas, rios
para serem mercantilizados
é natural que, sem a vegetação,
então exterminada,
as águas corram desenfreadas
para as partes baixas da cidade
onde, por norma
os pobres habitam, se escondem, se alojam...
Desse modo, as feridas da natureza
são forjadas pelas mãos da ambição:
da cega sanha de lucros do capital
cuja sede de dinheiro
inunda uma cidade inteira.
Se a cidade está entregue às inundações,
É porque antes fora dominada, controlada,
pela sanha desabrida do capital que se encarrega de inundar
a cidade e as vidas de populações que abriga
ou devia abrigar...
(Luiz Carlos Flávio)
Meio ambiente
O meio ambiente agoniza!
A natureza pede socorro!
As matas pedem conservação
Os bichos pedem preservação
O ar não quer poluição
A água não quer contaminação
E o homem quer solução
Ele não sabe que é a solução!
Para melhorar a situação
Para a próxima geração!
Com muitas árvores para refrescar
Variedade de animais para admirar
Ar puro para respirar
Água cristalina para tomar.
Tudo isso depende de mim
Tudo isso depende de você
Tudo isso depende de nós...
Vamos nos conscientizar
De que nossos hábitos devemos mudar
Novas atitudes devemos tomar.
Aprender a conservar
Aprender a respeitar
Aprender a reciclar
Para o meio ambiente preservar
E a vida melhorar...
As matas pedem conservação
Os bichos pedem preservação
O ar não quer poluição
A água não quer contaminação
Ele não sabe que é a solução!
Para melhorar a situação
Para a próxima geração!
Com muitas árvores para refrescar
Variedade de animais para admirar
Ar puro para respirar
Água cristalina para tomar.
Tudo isso depende de mim
Tudo isso depende de você
Tudo isso depende de nós...
Vamos nos conscientizar
De que nossos hábitos devemos mudar
Novas atitudes devemos tomar.
Aprender a conservar
Aprender a respeitar
Aprender a reciclar
Para o meio ambiente preservar
E a vida melhorar...
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